O Sniper Clube de Tiro, um dos melhores clubes de tiro do país recebeu no dias 26 e 27 de março de 2011 o campeonato nordeste de IPSC. O evento contou com 214 inscritos de vários estados e um atirador da Argentina. Participaram atiradores dos seguintes estados: CE,PE,MA,MT,MG,BA,PR,PB,PA,SC,AM,ES,DF,AL,RN,SP,RJ,GO.
Abaixo algumas fotos do evento.
Mais fotos, vídeos, informações e resultados no link abaixo. http://www.cbtp.org.br/nordeste
Rob Heron é um símbolo. Entre os atletas de base jump, os “homens–voadores”, ele é respeitado como um mestre. A ousadia e os saltos mais difíceis do mundo fizeram dele uma espécie de “Pelé dos ares”. O “Esporte Espetacular” pegou carona nas asas deste canadense em um salto impressionante a 842 metros de altura no Rio de Janeiro.
Em missão no Brasil, Rob está à procura de novas rotas de vôos. Ele quer abrir caminhos para outros homens-voadores, e a rota mais difícil começa no topo da Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro. Um ponto que só é possível alcançar por uma trilha de mais de três horas pela mata. Próximo a uma famosa rampa de vôo livre, este penhasco merece respeito. É um colosso de 842 metros de altura, batizado pelos portugueses por causa da forma que apresenta quando vista do mar: a da gávea de uma caravela.
A missão de Rob é mostrar que é possível fazer o que até agora era tido como impossível: saltar da montanha e voar sem abrir o pára-quedas por mais de um minuto. Mas ele não é louco o bastante para abrir mão de segurança. Para voar sobre o ar em alta velocidade ele usa uma roupa especial, chamada “wing suit”, que em inglês significa roupa com asas. É feita sob medida, com um tecido leve, forte e ultra-resistente chamado Kevlar, o mesmo usado em coletes a prova de bala.
No topo do penhasco, um momento de concentração antes do pulo. Antes de Rob, Hugo Langel, brasileiro que já encarou o mesmo cenário em cima de uma corda, o Highline, pula primeiro para registrar em vídeo debaixo de seu pára-quedas. Em seguida, vai Rob. Rapidamente sua velocidade chega a 200 km/h. Parece efeito especial de cinema, mas o helicóptero acompanha tudo e mostra o que parece ser um milagre: ele plana sobre o ar como se realmente tivesse a capacidade de voar.
No final do percurso, um susto. O canadense passa muito perto da rocha e uma rajada de vento o força a abrir o pára-quedas. Em vez de pousar na praia como previsto, Rob desaparece entre as árvores e acaba pousando numa quadra de tênis de um condomínio!
- Eu já estive lá antes, falei com as pessoas, elas sabiam que não era uma emergência, não tinha ninguém jogando, então, todos ficaram felizes – diz.
Cair na quadra de tênis não estava nos planos e por isso Rob sobe a montanha para uma segunda e inacreditável tentativa. Desta vez, ele faz tudo perfeito. São cinqüenta e oito segundos de queda livre. A pista por onde passam os carros se aproxima. Só muito perto da areia, a trinta metros do chão, para alívio de toda equipe, ele comanda o pára-quedas e segue desacelerando até o solo.
Em 14 anos de aventuras, Rob conta que se machucou apenas uma vez, porque as vezes voa descalço, e no pouso acaba machucando.
Se ele acha que verá muitos outros se arriscando como ele? A resposta é sim:
- Eu acredito que muitas pessoas que tiveram esse sonho, agora podem ver que isso é possível. Com a tecnologia e a habilidade das pessoas em definitivamente breve elas estarão pulando dessa pedra.
Para finalizar, Rob afirma que o chão é o limite, não o céu:
Fortaleza vai sediar uma feira que reunirá os principais segmentos do setor esportivo. Oportunidade de negócios no ano em que se inicia a década dos esportes.
Os esportes deixaram de ser somente podio, medalha, recordes.
E se transformaram em renda, investimento e dinheiro.
Em outubro, Fortaleza vai sediar a Expo Sport. Uma feira gigante,
e inteirinha à disposição dos esportes.
A ideia é mostrar que o esporte pode ser rentável, transformador e ao alcance de todos.
EM 2014, Copa do Mundo. 2016, Olímpiadas. Sem falar de tantos outros eventos nessa década já batizada de “a década dos esportes. O Ceará quer entrar na rota.
A Expo Sport será de 20 a 22 de outubro em local ainda à ser definido.
Com um clipe de escalada integrado, a câmera Pentax Optio WG-1 deixa na cara que é voltada para esportes de aventura. Ela é toda revestida por borracha e, segundo a fabricante, ela é quase um super-herói, pois é à prova d’água, poeira, queda, pressão e frio.
A WG-1 suporta até 10 metros sob a água, quedas de até 1,5 metro, pressão de até 100 quilos e temperaturas de até 14 graus Celsius negativos. Tudo isso graças a sua construção mecânica e aos materiais utilizados.
O sensor da câmera é de 14 megapixels e pode capturar vídeos em 720p com 30 quadros por segundo. Sua lente é grande-angular equivalente (28 a 140 milímetros) com 5 níveis de zoom óptico. A tela, por sua vez, é de LED LCD com 2,7 polegadas.
A memória da Optio é via cartão SD e, além dessa conexão, ela transmite arquivos pela porta USB ou pela HDMI. O modelo WG-1 GPS, como diz o nome, tem um GPS embutido que grava locais de fotos, trajetos e dados de posição.
Esse modelo da câmera custará 399,95 dólares e estará disponível em preto e amarelo. O modelo sem GPS ficará em 349,95 dólares e virá nas cores preto e roxo. Elas chegarão ao mercado americano em abril.
Silêncio no céu do Nordeste. Após mais de 20 dias, a CRUZEX V chega ao fim, depois de reunir caças e militares do Brasil, Chile, França, Estados Unidos e Uruguai. Terminou o conflito simulado que transformou o sertão em palco do maior exercício de guerra aérea simulada da América do Sul.
Foram quase 950 decolagens e cerca de 1.200 horas de voo. Natal, Fortaleza, Recife e Campina Grande receberam as aeronaves subordinadas por um só sistema de Comunicação e Controle que mostrou a capacidade brasileira de realizar grandes manobras militares. Foram quase 100 aviões e helicópteros envolvidos em missões complexas como o Combat-SAR e o combate aéreo além do alcance visual.
Na história fictícia criada como pano de fundo para as ações, a força de Coalizão conseguiu conquistar a superioridade aérea e as aeronaves apoiaram a invasão terrestre simulada. Com a operação "Yellow Free", as tropas vermelhas recuaram.
Mas essa não é a principal vitória na CRUZEX V. Os principais ganhos do Exercício acontecem no mundo real. Saem vitoriosos todas as forças aéreas que puderam compartilhar seus conhecimentos e aprender cada vez mais. Ganha também a amizade entre os países.
A capacidade de operar como uma Força de Coalizão nos moldes dos últimos conflitos internacionais demonstra também o potencial dos país envolvidos. O treinamento real permitiu que todos aperfeiçoassem ao máximo a qualidade de planejamento de emprego do poder aéreo.
Os mais de três mil militares participantes, do piloto de caça ao cozinheiro, tiveram a oportunidade de testarem o limite da capacidade de cumprirem suas missões. E, pelo que vimos, o êxito foi alcançado em cada uma delas.
Nos aeroportos, especialmente o da cidade de Natal, a CRUZEX V significou tão somente a oportunidade de ver em solo brasileiro a presença de aeronaves estrangeiras como o Rafale, F-16 e A-37. Graças ao sistema integrado de defesa e controle do espaço aéreo, o exercício não provocou atrasos para a aviação comercial.
O cidadão brasileiro também é vencedor. Pela TV, rádio e jornais, e também por meio de veículos de comunicação mais modernos, como o Twitter e o Youtube, foi possível acompanhar de perto o profissionalismo e dedicação da Força Aérea Brasileira. Tudo com o único objetivo de fortalecer a capacidade de proteger o espaço aéreo brasileiro.
É por isso que, apesar da guerra ser simulada, a vitória da CRUZEX V foi real.
Nenhuma aeronave parte sozinha para o combate na CRUZEX V. Duas vezes ao dia, grupos de até quarenta aviões chegam juntos ao início da pista de pouso da Base Aérea de Natal para mais uma missão na Guerra simulada. São os chamados "Pacotes", grupos de aeronaves que vão unir suas capacidades para derrotar as forças hostis.
"Um Pacote permite otimizar recursos e maximizar os resultados", resume o Tenente-Coronel Sérgio Bastos, comandante do 1°/16° GAV, o Esquadrão Adelphi. Segundo ele, enquanto os aviões de ataque partem para destruir os alvos no solo, caças de alto desempenho enfrentam possíveis inimigos no ar, enquanto outros atuam na destruição de radares e da defesa anti-aérea. Um Pacote pode reunir, por exemplo, desde aeronaves que atingem duas vezes a velocidade do som, como os Mirage 2000, até o turboélice Super Tucano, mais adequado para combates próximos ao solo.
Em um desses caças, um piloto terá a tarefa de comandar todas as aeronaves. É o chamado Líder do Pacote, responsável pelo cumprimento de toda a missão e ainda de manter a segurança de cada um dos aviões. “A gente sonha com essa responsabilidade”, confessa o Tenente-Coronel Sérgio Bastos. Para ele, essa é uma das grandes experiências que o caçador pode ter em um exercício como a CRUZEX V. “Não existe o pior plano ou ou melhor plano: existe o plano adequado”, explica.
Com a experiência de ter paricipado de três edições passadas da CRUZEX e de um do Exercício Red Flag, nos Estados Unidos, o Tenente-Coronel Sérgio Bastos ressalta que a cada ano que passa, o desafio para os pilotos é maior, e o ganho de conhecimento também. “Com aeronaves capazes de levar armamentos melhores, a preparação da missão evoluiu muito”, afirma. “Essa é uma grande oportunidade para a Força Aérea. A gente pode interagir com outros países, ganhar conhecimentos e trocar experiências”, conclui.
CRUZEX V - A GUERRA É SIMULADA. O TREINAMENTO É REAL.
A base Aérea de Fortaleza(BAFZ) tem um papel de destaque na quinta edição do Exercício Operacional Cruzeiro do Sul. É dela que vão partir as missões da Força Aérea do País Vermelho, a nação fictícia criada para se opor a Força de Coalizão da CRUZEX V. Na BAFZ tudo foi minunciosamente planejado para o suporte de uma grande operação militar. Nas instalações da BAFZ foi montada uma forte estrutura de telecomunicações e tecnologia da informação necessárias para as atividades de comunicações e controle do espaço, que servirão de suporte para a garantia do sucesso das missões aéreas. Para a comunicação por satélites, foram instaladas 17 antenas distribuídas em Fortaleza, Natal, Recife, Campina Grande(PB), Mossoró(RN), Sousa(PB), Caicó(RN), Iguatu(CE), e Morada Nova(CE). Nesse conflito simulado, as aeronaves do país hostil decolarão para treinar a defesa aérea da coalizão internacional, cujos meios aéreos estarão sediados principalmente em Natal, Recife e Campina Grande. Traduzida no maior exercício de combate aéreo combinado da américa do sul, a CRUZEX V tem como principal objetivo treinar as Forças Aéreas envolvidas no planejamento de operações combinadas com países aliados, nos mesmos moldes utilizados pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em conflitos internacionais. O exercício prossegue até o dia 19 de novembro, pincelando o céu do Nordeste com cores e formas incomuns.
Esporte Espetacular mostra Hugo Langel, único Brasileiro na equipe que participa do "Encontros pela Natureza" muito equilíbrio e sangue frio andando em uma fita de 42 metros sobre um penhasco na França.
Matéria retirada do site do Esporte Espetacular.
www.globo.com/esporteespetacular
São 20 metros de altura por três de largura. O carro tem que entrar exatamente a 70km/h para completar a manobra. Foram dois anos de cálculos até o projeto sair do papel.
Matéria retirada do site do Autoesporte. www.globo.com/autoesporte